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O registo fotográfico é acompanhado por algumas notas – primeiro sobre um grupo de fascistas que incendiou um caixote do lixo pouco depois da meia-noite numa das esquinas da praça, e sobre o papel dos media do regime na legitimação da brutalidade policial.
E, claro, não podiam ficar de fora as gritantes ligações entre a barbárie sionista e a crise habitacional na invicta.
No Porto, imobiliárias, empresas e investidores israelitas controlam milhares de unidades habitacionais, entre hotéis, airbnbs, estúdios para nómadas digitais, empreendimentos de apartamentos de luxo e prédios arrendados à população local.
Estes investimentos israelitas vêm manchados com o sangue dos palestinianos.
Para ler na íntegra nos slides.
@guilhotinainfo
A investigação sobre o 7 de Outubro pode parecer muito extensa mas, na verdade, apresenta a maior parte dos pontos e temas abordados de forma muito resumida.
Para quem quiser perceber ao detalhe todas estas coisas, dos mitos da propaganda em torno do Hamas à história e ao funcionamento da resistência palestiniana e das suas várias organizações, Mujamma Haraket é a maior referência em inglês. Todos os trabalhos que publica no seu substack e na Electronic Intifada são importantíssimos e trazem ao público internacional muita informação que, por norma, está apenas disponível em árabe.
Nesta entrevista preciosa ao Millennials Are Killing Capitalism, Haraket explica em detalhe os preparativos da Inundação de Al-Aqsa e o plano de camuflagem de Sinwar, a importância dos prisioneiros para a resistência palestiniana, as consequências da operação e os balanços feitos pela resistência ao longo destes três anos.
Altamente recomendado.
🔗 youtu.be/7WVa1kMa20I
@guilhotinainfo
Para assinalar esta data, publicámos um poema em honra de Yahya Sinwar, escrito por um dos nossos camaradas.
🔗 Para ler em guilhotina.info/2026/10/16/yahya-sinwar-jim-sin/
@guilhotinainfo
Yahya Sinwar era filho de pais refugiados, expulsos das suas terras durante a Nakba de 1948, e foi um dos arquitectos da Inundação de Al-Aqsa. Nos anos que antecederam o 7 de Outubro, Sinwar executou um complexo plano para levar a liderança israelita a uma falsa sensação de segurança.
Entre 2021 e 2023, o Hamas manteve-se fora de duas rondas de confrontação entre a Jihad Islâmica Palestiniana e as forças israelitas. A decisão, justificada como tendo o objectivo de preservar a calma e poupar à população da Faixa de Gaza mais sofrimento, criou descontentamento entre as fileiras do movimento. Paralelamente, Sinwar encetou negociações com a liderança israelita, o Qatar e o Egipto para melhorar a situação económica de Gaza, e dissolveu publicamente as Forças Nukhba, a unidade de elite das Brigadas Al-Qassam – reforçando a ideia de que o Hamas procurava evitar uma confrontação com a ocupação.
🔗 Lê mais sobre o tema no artigo: O plano de camuflagem de Sinwar e o mito do “inside job”
@guilhotinainfo
🇵🇹🏴☠️O protesto no Porto prossegue
Os manifestantes, face às mentiras que circularam hoje pela mão da extrema-direita e da direita, contam o que aconteceu ontem, durante a carga policial
t.me/sofia_smirnov74
Bom resumo da história da resistência palestiniana, de 1917 até 2026, por Philip Marfleet, autor do livro "Palestine, Imperialism and the Struggle for Freedom". 40 minutos.
🔗 https://youtu.be/FMBRNb0ZwyY
@guilhotinainfo
Um edifício colapsou hoje em Tel Aviv, mais de seis meses depois de ter sofrido danos estruturais num ataque iraniano durante a Guerra do Ramadão. Há vários feridos, e há alegadamente colonos debaixo dos escombros. [vídeos via @qassampijarchive e @SimurghRes]
Também hoje, uma explosão numa fábrica de chips na cidade de Kirya Gat, construída sobre as ruínas das aldeias palestinianas al-Faluja e Iraq al-Manshiya, fez três feridos graves. Há risco de contaminação química.
Na segunda-feira, perto da fronteira com o Líbano, uma explosão fez duas dezenas de feridos durante uma excursão escolar, graças aos estudantes terem decidido manusear uma munição não-detonada que encontraram no seu passeio. Um dos estudantes morreu.
Notícias com um travo a justiça poética. Enquanto a colónia continua a assassinar palestinianos e libaneses diariamente apesar dos supostos "cessar-fogos", coisas como estas vão continuando a causar baixas nas fileiras da ocupação.
@guilhotinainfo
A última vontade de Saleh Al-Jafarawi:
«Apoiem sempre a resistência.
Nunca abandonem a resistência.»
🔗 Artigo que publicámos na altura: Saleh Al-Jafarawi, o clã Daghmash e a “guerra civil” em Gaza
@guilhotinainfo
Aqui ficam algumas reacções do mundo mediático e partidário à nossa investigação sobre o 7 de Outubro.
Aviso: Pode conter vestígios de sátira. Não recomendado a pessoas que se melindrem facilmente.
🔗 Inundação de Al-Aqsa: o que aconteceu realmente a 7 de Outubro?
@guilhotinainfo
Miko Peled convidou Nora Barrows-Friedman para debater o documentário NAZA e a enorme aclamação que recebeu no Ocidente, inclusivamente de muitas vozes pró-Palestina.
A conversa é especialmente interessante pois Miko Peled é um ex-israelita, filho de um importante general das IDF, e acérrimo defensor da libertação da Palestina do rio ao mar, e Nora Barrows-Friedman é uma judia anti-sionista norte-americana.
Nora e Miko falam também do perfil dos colonos "pela coexistência", que na generalidade condenam a resistência armada, e discutem qual devia ser o papel dos israelitas que dizem ser contra a ocupação.
🔗 youtu.be/y0ANG7xU0YY
@guilhotinainfo
Inundação de Al-Aqsa: o que aconteceu realmente a 7 de Outubro?
Após narrar as primeiras horas desta operação em que a resistência palestiniana destruiu o multimilionário sistema de vigilância da vedação de Gaza e cruzou para os territórios ocupados por ar, terra e mar, este artigo revisita uma série de testemunhos de israelitas que interagiram com combatentes palestinianos nesse dia, e que mostram uma realidade bastante diferente da que é apresentada pela narrativa da propaganda ocidental.
Em foco estão também o Massacre de Be'eri, o Festival Nova e o Protocolo Hannibal, activado nesse dia, segundo o qual é preferível matar israelitas do que deixá-los ser feitos prisioneiros pela resistência. Pela primeira vez, uma investigação jornalística em português desvenda como as forças israelitas mataram centenas dos seus "civis", apenas para depois os apresentar como "vítimas do bárbaro ataque do Hamas".
🔗 Para ler em guilhotina.info/2026/10/07/inundacao-al-aqsa/
@guilhotinainfo
Esta é uma reportagem gravada pelo canal iemenita Al-Masirah TV nas ruas de al-Turbah, uma vila na província de Taizz libertada no início desta semana pelas forças do governo de Sana'a.
Os jornalistas entrevistam um grande número de residentes locais, que falam sobre as condições que enfrentavam sob o jugo da ocupação saudita e como receberam a chegada das forças do Ansar Allah.
Para ajudar a desconstruir a narrativa sectária em torno do Iémen, e para melhor compreender a sociedade iemenita, recomendamos ainda:
🔗 este texto de Anas Al-Qadi, um cientista político e socialista iemenita;
🔗 esta entrevista da jornalista Vanessa Beeley a uma mulher iemenita em 2015.
@guilhotinainfo via Vanessa Beeley
Última Hora: número de vítimas mortais do ataque iemenita contra o Aeroporto King Khalid, em Riyadh, sobe para 12.
Entretanto, outro míssil iemenita atingiu o Aeroporto King Fahd, em Dammam, no leste da Arábia Saudita.
@guilhotinainfo
🏴☠️🇮🇱🇵🇸Aviões israelitas bombardeiam um edifício residencial na Rua Al-Nasr, a oeste da Cidade de Gaza.
t.me/sofia_smirnov74
Durante os últimos dois dias, estivemos a completar o artigo sobre os eventos do dia 7 de Outubro de 2023 com algumas fontes que faltavam e imagens que não tínhamos conseguido encontrar a tempo da sua publicação.
Agora sim podemos dizer que oferece uma experiência completa também a nível audiovisual, não apenas quanto à execução da operação pela resistência palestiniana, mas também quanto aos crimes cometidos contra os "civis" israelitas pelas próprias forças israelitas no âmbito do Protocolo Hannibal.
🔗 guilhotina.info/2026/10/07/inundacao-al-aqsa/
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Registo fotográfico do dia de ontem na Acampada pela Habitação no Porto.
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A investigação sobre o 7 de Outubro é um dos trabalhos mais extensos que já publicámos – e ainda falta a quarta parte (que está a demorar um pouco mais do que o previsto). Ao todo, esta investigação foi produto de mais de dois meses completos de trabalho – entre pesquisa, leituras, escuta e escrita.
Vale ainda a pena realçar que, na Guilhotina, não usamos inteligência artificial nem para pesquisa, nem para escrita, nem para tradução, nem para edição de imagem. Esta investigação, tal como tudo o que publicamos, é produto exclusivamente de trabalho humano.
Também nunca vamos esconder conteúdos atrás de uma paywall – pois acreditamos que a informação deve estar acessível a toda a gente. Porém, de vez em quando, perguntam-nos porque não disponibilizamos um meio através dos quais os leitores possam contribuir para o projecto, em retribuição pelo trabalho que fazemos.
Temos algumas ideias, mas gostávamos de receber mais algum feedback da vossa parte – por isso pedimo-vos que respondam a esta sondagem (podem escolher várias opções).
@guilhotinainfo
Ainda como parte da preparação da Inundação de Al-Aqsa, Sinwar criou uma empresa que disponibilizava aulas de parapente, que depois foi usada para treinar combatentes da resistência.
Em Setembo de 2023, menos de um mês antes do 7 de Outubro, teve lugar em Gaza o exercício militar Mighty Pillar 4, que juntou várias organizações da resistência palestiniana. Como narra Mujamma Harakat:
Sinwar tinha dado instruções aos comandantes [para] que este fosse realizada publicamente «pois o inimigo detectaria qualquer operação secreta». (...) A verdadeira razão era [que,] se o exercício fosse realizado abertamente, daria a impressão de que o Hamas estava a tentar acalmar as suas fileiras, (...) preocupadas com a possibilidade de o Hamas estar a abandonar a sua estratégia de décadas de confronto com a ocupação. De facto, foi precisamente assim que o próprio Shin Bet interpretou o exercício (...)
2º aniversário do martírio de Yahya Sinwar (1962-2024)
Hoje cumprem-se dois anos desde que Yahya Sinwar caiu em combate enquanto enfrentava as forças israelitas no sul da Faixa de Gaza. O homem que diziam estar escondido num bunker luxuoso enquanto o seu povo sofria, estava afinal de arma na mão a combater a ocupação.
Sinwar é recordado entre as mais importantes figuras da história da resistência palestiniana – e é admirado por milhões de pessoas em todo o mundo.
🔗 Há um ano, publicámos um artigo que faz um breve resumo da sua vida, e da sua derradeira batalha. Para ler em guilhotina.info/2025/10/17/um-ano-sem-sinwar/
@guilhotinainfo
Num programa do canal israelita Jerusalem News Sindicate, 8 candidatos às eleições que se aproximam foram questionados se os seus partidos defendem a criação de um estado palestiniano "de qualquer tipo".
A resposta é, invariavelmente, um rotundo não. E os candidatos vão mais longe, disputando entre si o lugar de mais sanguinário. Alguns até criticam Netanyahu por, aparentemente, «nos estar a levar na direcção de um estado palestiniano, ao não fazer nada e apenas esperar para que os EUA o reconheçam». Vivem numa realidade paralela.
Estas eleições servem para relembrar ao mundo que a sociedade israelita é, toda ela, genocida – e que, por isso, tem de ser integralmente desmantelada.
Servem também para mostrar o quão inúteis são medidas cosméticas como "o reconhecimento do estado da Palestina" por uma série de países ocidentais o ano passado, quando esses mesmos estados continuam a manter todo o tipo de relações com o regime que impede a existência de um estado palestiniano. Portugal incluído.
@guilhotinainfo
No marco dos três anos de genocídio, a @vocalpolitics publicou duas reflexões importantes sobre o estado da acção política num Ocidente onde os protestos não colocam pressão sobre as elites e a solidariedade foi despolitizada e mercantilizada.
O que é que os protestos conseguiram além de sensibilização? A sensibilização traduziu-se em mudanças concretas? Podemos conseguir uma mudança através de algo além da resistência militante? Sejamos claros, protestos de massas e construção de movimentos não são inerentemente contraditórios com acção directa, militância ou clandestinidade. Os dois meios de luta podem e deviam idealmente ser complementares.
Se quisermos que a solidariedade crie mudança, esta tem de chegar aos sítios onde as decisões são tomadas. Temos de perceber que o activismo consequente pode custar-nos algo. (...) Quando o activismo nos faz sentir bem sem nos pedir nada em troca, este encaixa-se perfeitamente no sistema em que vivemos.
Esta sexta-feira, dezenas de anti-sionistas percorreram as ruas de Exarchia, no centro de Atenas, numa manifestação sob o lema «Exarchia: bairro anti-sionista".
Os manifestantes fizeram graffitis e stencils nas paredes do bairro, atacaram estabelecimentos ligados a israel e gritaram slogans como "Vitória à Intifada!", "Death, Death to the IDF!" e "Os povos são vitoriosos com armas na mão, e a Palestina sabe-o bem!". O vídeo é do jornalista Alexis Daloumis.
Noutras partes da Grécia, continuam a realizar-se mobilizações contra a chegada de cruzeiros israelitas aos portos gregos. Nesta reportagem gravada ontem nas ruas de Kalamata, o jornalista Dimitri Lascaris mostra não só os protestos, mas também o enorme dispositivo policial destacado para proteger os turistas da colónia genocida e o assédio policial sistemático contra jornalistas que cobrem eventos relacionados com a Palestina – e fala do avanço do processo de colonização israelita da Grécia.
@guilhotinainfo
Hoje cumpre-se um ano desde que o jornalista Saleh Al-Jafarawi foi assassinado.
@guilhotinainfo
Free Palestine TV sob ataque no Youtube
O Youtube voltou ontem a pôr a @FreePalestineTV de castigo devido a um pequeno vídeo em que Laith Marouf fala sobre como a Inundação de Al-Aqsa estilhaçou a realidade do Império.
Hoje, estão a receber denúncias em massa por causa da reportagem em Arca D'Água, que teve um aumento súbito de visualizações na noite passada, o que sugere que esta terá sido partilhada em algum desses grupos com milhares de sionistas.
A FPTV está proibida de publicar no youtube durante 90 dias.
Parece que os meninos da Chabad do Porto ficaram aziados...
@guilhotinainfo
Quem ainda andar pelo reino do Zuckerberg, podem ajudar a divulgar esta nossa investigação partilhando esta publicação.
@guilhotinainfo
🇵🇹🇵🇸🇮🇱🏴☠️Grafiti em hebraico em Lisboa, Portugal: "SIONISTAS FORA"
t.me/sofia_smirnov74
Temos notado nas últimas semanas um aumento da propaganda que tenta reduzir a guerra em curso no Iémen a um conflito sectário, e que as populações de Taizz e outras áreas sob controlo dos proxies sauditas não gostam "dos Houthis". Essa propaganda tem vindo tanto da parte de media que se tornaram populares graças à sua cobertura do genocídio em Gaza (como o Middle East Eye) quanto de vozes que até há pouco tempo tínhamos em conta e se têm revelado altamente sectárias (como a dra. Rahmeh Aladwan).
Nesse sentido, queremos partilhar um par de coisas para ajudar a dissipar a névoa da propaganda.
A primeira são estas imagens de uma manifestação de apoio à Palestina ontem em Al-Mukha, uma das cidades na costa do Mar Vermelho libertadas o mês passado pelas forças do governo de Sana'a.
@guilhotinainfo
Ansar Allah humilha a Arábia Saudita uma e outra vez
Os sauditas, com apoio ocidental, turco e paquistanês, já bombardearam mais de mil vezes território iemenita desde o início da mais recente escalada do conflito. Ainda assim, os seus proxies não conseguiram quaisquer vitórias no terreno – pelo contrário, várias ofensivas foram frustradas pelos combatentes do Ansar Allah, que estão também a avançar sobre Taizz, a segunda maior cidade controlada por forças leais aos sauditas.
O Iémen responde às agressões com ataques diários contra infra-estruturas petrolíferas da Aramco, e está agora a apertar o bloqueio aos aeroportos sauditas. Há dois dias, um míssil iemenita atingiu um avião no Aeroporto King Khalid, em Riyadh (na foto). Hoje, um ataque contra esse mesmo aeroporto fez dezenas de feridos (no vídeo). Múltiplas companhias aéreas estão a cancelar voos para a Arábia Saudita.
Após mais de uma década a impor um cerco genocida ao Iémen, é a vez do regime saudita provar do seu próprio veneno.
@guilhotinainfo
Desde Gaza, uma mulher palestiniana envia uma mensagem poderosa no terceiro aniversário do 7 de Outubro:
Para mim, este dia é uma vitória para a resistência, que continua de cabeça erguida, e uma traição às crianças e ao povo de Gaza pelo mundo árabe. Aconteceu tanta coisa, e perdemos mártires, as nossas irmãs e irmãos, e muitas crianças - mas a nossa dignidade não vai ser quebrada.
Como esposas, filhas e irmãs de mártires, estamos prontas a executar outra Inundação liderada pelas mulheres dos mártires. A nossa determinação não vai ser quebrada, só cresceu.
Tudo o que nos resta nesta vida é agarrarmo-nos à nossa dignidade, à nossa terra e ao nosso orgulho.
Seyyed Ali Khamenei em 2023 sobre a operação Inundação de Al-Aqsa:
Os sionistas atraíram para si mesmos esta calamidade com as suas próprias acções. Quando a opressão e as atrocidades ultrapassam todos os limites, quando a selvajaria atinge o seu ponto máximo, deve esperar-se uma tempestade [inundação]. (...)
A acção corajosa e abnegada executada pelos palestinianos foi uma resposta aos crimes deste inimigo usurpador – crimes que continuaram por anos e se intensificaram nos últimos meses.